Dependência emocional: o que é, sinais e como começar a sair
Precisar do outro para te sentires bem, com medo constante de o perder, não é amar muito — é dependência emocional. E, ao contrário do que parece, tem saída.
Ler artigo →Perceber os padrões que se repetem para poderes escolher diferente.
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As relações que temos, com parceiros, família, amigos, colegas, são uma das maiores fontes de bem-estar. Mas também podem ser uma das maiores fontes de sofrimento. Por vezes, percebemos que nos relacionamos sempre da mesma forma, com os mesmos conflitos, as mesmas dificuldades. E não sabemos bem porquê.
É comum sentir que "atrais sempre o mesmo tipo de relação" ou que "faço sempre a mesma coisa e acabo no mesmo sítio". Isto não é coincidência nem azar — são padrões relacionais aprendidos, muitas vezes cedo na vida, que se repetem até serem trabalhados de forma consciente. Perceber o padrão é o primeiro passo para deixares de repeti-lo automaticamente.
Vamos explorar os padrões que aprendeste a usar nas tuas relações, muitas vezes aprendidos na infância, e perceber como influenciam as tuas relações atuais. Com essa consciência, podes começar a escolher formas diferentes de estar com os outros. As sessões são individuais e focadas em ti e nos teus padrões.
As sessões são 100% online, em todo o país. Vê como funcionam as consultas de psicologia online.
Sessões online, individuais, de 50 minutos. Não trabalhamos o outro, trabalhamos a tua parte da relação. E muitas vezes é o suficiente para mudar tudo.
As sessões são individuais, focadas em ti e no teu padrão relacional. Não trabalhamos diretamente com a outra pessoa da relação — trabalhamos a tua parte, que é a única que realmente controlas e que costuma ser suficiente para mudar a dinâmica.
Muitas vezes porque aprendemos, ainda cedo na vida, um determinado modelo de relação (com pais, cuidadores) que passa a funcionar como padrão automático. A terapia ajuda a tornar esse padrão consciente para poderes escolher diferente.
Serve para qualquer relação — parceiros, família, amigos, colegas. Os padrões que trabalhamos costumam repetir-se em vários tipos de relação, por isso o trabalho tem impacto transversal.
Raramente é só uma parte. Mas o único lado que podes efetivamente mudar é o teu — por isso o foco da terapia é ajudar-te a perceber e ajustar a tua contribuição para o padrão, independentemente do que a outra pessoa faz.
Sim, e é frequentemente o oposto do que se receia — limites claros e bem comunicados tendem a tornar as relações mais saudáveis e duradouras, não a destruí-las. É uma das competências centrais que trabalhamos.
A terapia pode ser o primeiro passo para compreenderes melhor o que estás a sentir.
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