Como melhorar a autoestima: sinais de baixa autoestima e o que ajuda
A autoestima não é vaidade, é a relação que tens contigo. Quando está baixa, tudo fica mais difícil. A boa notícia: é um padrão que se pode trabalhar e mudar.
Ler artigo →Construir uma relação mais justa com a pessoa que és.
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A auto-estima não é o mesmo que vaidade. É a forma como te vês a ti próprio: o que acreditas que mereces, o que pensas que és capaz de fazer, e como te tratas quando as coisas não correm bem. Quando está baixa, tudo fica mais difícil: tomar decisões, impor limites, aceitar elogios, começar algo novo. E a voz interior torna-se um crítico implacável.
Muitas vezes, a autocrítica excessiva foi aprendida — em ambientes onde o afeto ou a aprovação eram condicionais, ou onde os erros eram mais notados do que as conquistas. Isso não é uma sentença permanente: a forma como falas contigo próprio é um padrão, e padrões podem ser trabalhados e mudados com o tempo certo e o apoio certo.
Vamos trabalhar as crenças centrais que tens sobre ti, muitas das quais foram construídas ao longo dos anos e já não refletem quem és hoje. A TCC ajuda a identificar esses padrões automáticos e a substituí-los por formas de pensar mais equilibradas e compassivas. Não é sobre fingir que és perfeito, é sobre ser mais justo contigo.
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Sessões online, individuais, de 50 minutos. Um trabalho gradual, honesto e ao teu ritmo. Muitas pessoas ficam surpreendidas com o impacto que esta área tem em todas as outras dimensões da sua vida.
Não é um diagnóstico em si, mas é um padrão psicológico real que afeta decisões, relações e bem-estar, e que responde bem a acompanhamento psicológico — não precisas de um diagnóstico formal para procurar ajuda.
Sim. Grande parte do trabalho em auto-estima envolve precisamente identificar o medo de errar e a autocrítica que travam a tomada de decisão, substituindo-os por uma relação mais equilibrada contigo próprio.
É um trabalho gradual, porque envolve crenças construídas ao longo de muitos anos. A maioria das pessoas nota mudanças concretas em poucos meses de acompanhamento regular, embora o ritmo varie de pessoa para pessoa.
Ajuda nos dois. A forma como te relacionas contigo influencia diretamente como aceitas (ou não) ser tratado pelos outros, como pões limites, e como reages a conflitos — por isso o trabalho de autoestima tem impacto direto nas relações.
Sem problema — na primeira sessão exploramos juntos o que está a acontecer, e se fizer sentido trabalhar outra área em paralelo (ansiedade, relações, por exemplo), ajustamos o plano ao teu caso real.
A terapia pode ser o primeiro passo para compreenderes melhor o que estás a sentir.
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